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Educação ambiental nas escolas

É de pequenino que se torce o pepino.

Estima-se que até 2030, a população mundial demande o dobro de recursos que o planeta pode fornecer. Isso quer dizer que para atender às nossas necessidades será preciso um bocado de soluções criativas e inovadoras.

Mas conscientização sobre as questões que afetam o meio ambiente, do qual todos dependemos, e as ações que podemos tomar para melhorá-lo e sustentá-lo passa, antes de tudo, pela educação. Já dizia Ayrton Senna, “se a gente quiser modificar alguma coisa, é pelas crianças que se deve começar, através da sua educação.” Por isso, para além da matemática, ciências e língua portuguesa, também é importante preparar os alunos para serem cidadãos ambientalmente conscientes desde cedo.

A educação ambiental só traz benefícios para jovens, educadores, escolas e comunidades, quer levemos a natureza para a sala de aula ou encontremos momentos ​​de aprendizado em uma caminhada pela natureza com nossas famílias. É envolvendo os alunos em questões do mundo real que transcendem as paredes da sala de aula e ensinando sobre os ambientes naturais e construídos que eles vão adquirir a motivação, o conhecimento e as habilidades necessárias para os desafios complexos de um mundo que precisa de novas soluções para continuar existindo.

Criatividade a mil: imaginação e entusiasmo são intensificados

Educação ambiental é um aprendizado prático e interativo que desperta a imaginação e libera a criatividade. Quando integrada ao currículo, os alunos ficam mais entusiasmados e engajados na aprendizagem, o que aumenta o desempenho dos alunos nas principais áreas acadêmicas.

Aprendizagem além da sala de aula

Educação ambiental não só oferece oportunidades de aprendizagem experiencial fora da sala de aula, mas também permite que os alunos façam conexões e apliquem o que aprenderam no mundo real e ainda os ajuda a interconectar questões sociais, ecológicas, econômicas, culturais e políticas.

Aprimoramento das habilidades de pensamento crítico, criativo e tolerante

Incentivar os alunos a pesquisar, investigar como e por que as coisas acontecem e tomar suas próprias decisões sobre questões ambientais complexas são algumas habilidades de pensamento crítico e criativo fundamental em um mundo que se transforma na velocidade da luz. A educação ambiental ajuda a promover uma nova geração de consumidores e trabalhadores informados, bem como formuladores de políticas ou tomadores de decisão. Além disso, como toda pesquisa, é preciso investigar todos os lados das questões para entender o quadro completo. Não é à toa que a educação promove a tolerância de diferentes pontos de vista e diferentes culturas.

Tudo junto e misturado

Ao incorporar práticas da educação ambiental no currículo, os professores podem integrar ciências, matemática, artes da linguagem, história e muito mais em uma rica aula ou atividade, e ainda satisfazer diversos padrões acadêmicos em todas as áreas de estudo. Fazer aulas ao ar livre ou trazer a natureza para dentro oferece um excelente pano de fundo ou contexto para o aprendizado interdisciplinar.

Aprender enquanto se diverte e se divertir enquanto aprende

Ao expor os alunos à natureza e permitir que aprendam e brinquem ao ar livre, a educação promove a sensibilidade, a apreciação e o respeito pelo meio ambiente. Até a nutrição fica mais divertida e, conhecendo mais sobre a natureza e os alimentos in natura fica muito mais fácil manter-se ativo e adotar hábitos saudáveis de vida e de alimentação.

Espírito de coletividade

Quando os alunos aprendem mais e agem para melhorar o meio ambiente, eles procuram especialistas, doadores, voluntários e instituições locais para ajudar a reunir a comunidade para compreender e resolver as questões ambientais que envolvem e afetam sua vizinhança.

É ao entenderem que suas decisões e ações afetam o meio ambiente e o espaço em que estão, que os estudantes vão construindo as bases para lidar com questões ambientais complexas para um futuro sustentável. E é assim, de aula em aula, que a cidadania vai sendo lapidada por crianças e jovens cada vez mais encorajados a compartilharem suas vozes e ideais para fazer a diferença em suas escolas, comunidades e no planeta todo.

Fontes: Project Learning Tree | EcoDebate | Portal Mec | Unesco

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Fonte: Pensamento Verde

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Como cuidar e descartar suas máscaras

Enquanto as máscaras cuidam da nossa saúde, nós precisamos cuidar do meio ambiente no momento do descarte.

Profissionais da área da saúde já eram habituados ao uso da máscara descartável em seu ambiente de trabalho. Com o início da pandemia em 2020, todos nós começamos a utilizá-las também no nosso dia a dia. Mas, além de toda a problemática da pandemia, como a crise econômica, os mares também estão sofrendo com o descarte incorreto das máscaras.

Estimativas mostram que em 2020 mais de 1,5 bilhões de máscaras foram descartadas de forma incorreta somente nos oceanos. Com o uso contínuo de máscaras ainda em 2021, esses números tendem a aumentar – e não somente nos oceanos.

Então… Qual a maneira correta de descartá-las?

O ideal seria que as máscaras, de tecido ou as descartáveis, fossem tratadas como lixo hospitalar, para que o descarte seja feito da forma correta.

O Controle de Infecções da Vigilância Sanitária, do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), orienta que as máscaras, depois de utilizadas, não devem ser colocadas diretamente na lixeira comum, mas sim embaladas em saco plástico. O ideal é que o saco tenha identificação, para evitar a contaminação de terceiros. Por terem risco de estarem contaminadas, elas também não devem ser descartadas com o lixo reciclável. Uma opção é descartá-las no lixo do banheiro.

As máscaras reutilizáveis são uma opção menos agressiva para o planeta?

Optar por máscaras reutilizáveis é uma boa opção para diminuir a quantidade de lixo que estamos gerando – principalmente durante a pandemia, já que podem ser usadas diversas vezes antes de serem descartadas. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que as máscaras de tecido tenham 3 camadas para que a proteção seja efetiva, e que a mesma máscara pode ser utilizada por até 30 lavagens. Vale lembrar que elas devem ser trocadas a cada 4 horas de uso.

Outra sugestão são as máscaras hospitalares que não precisam ser descartadas logo após o primeiro uso, como a PFF2/N95 – que pode ser higienizada. Se conservada de maneira correta, pode ser utilizada por até 15 dias.

Como higienizar minha máscara de tecido

Após o uso, lave com detergente ou sabão, preferencialmente com água quente. Caso lave com água em temperatura ambiente, a máscara precisa ficar em água fervida por mais ou menos 1 minuto.

Para máscaras brancas, também é possível deixá-las de molho em uma mistura com 10% de água sanitária durante 30 minutos. Enxaguar bem antes de colocar para secar, para que a solução não fique no tecido.

Como higienizar minha máscara N95

Não é necessário a aplicação de nenhum produto na máscara, muito menos que ela seja lavada. Basta deixá-la em um local arejado, sem sol, entre 3 a 5 dias – pode até ser no seu varal.

Vale lembrar que caso a máscara esteja rasgada ou com aparência envelhecida, ela não deverá ser utilizada.

Sendo reutilizada ou descartável, o importante é o uso e descarte correto da sua máscara para que consigamos passar por esse período de forma saudável e agredindo da menor forma possível o meio ambiente.

Fontes: Historias do Mar | Secretaria da Saude | CNN Brasil | Akatu

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Fonte: Pensamento Verde

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Como cuidar e descartar suas máscaras

Enquanto as máscaras cuidam da nossa saúde, nós precisamos cuidar do meio ambiente no momento do descarte.

Profissionais da área da saúde já eram habituados ao uso da máscara descartável em seu ambiente de trabalho. Com o início da pandemia em 2020, todos nós começamos a utilizá-las também no nosso dia a dia. Mas, além de toda a problemática da pandemia, como a crise econômica, os mares também estão sofrendo com o descarte incorreto das máscaras.

Estimativas mostram que em 2020 mais de 1,5 bilhões de máscaras foram descartadas de forma incorreta somente nos oceanos. Com o uso contínuo de máscaras ainda em 2021, esses números tendem a aumentar – e não somente nos oceanos.

Então… Qual a maneira correta de descartá-las?

O ideal seria que as máscaras, de tecido ou as descartáveis, fossem tratadas como lixo hospitalar, para que o descarte seja feito da forma correta.

O Controle de Infecções da Vigilância Sanitária, do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), orienta que as máscaras, depois de utilizadas, não devem ser colocadas diretamente na lixeira comum, mas sim embaladas em saco plástico. O ideal é que o saco tenha identificação, para evitar a contaminação de terceiros. Por terem risco de estarem contaminadas, elas também não devem ser descartadas com o lixo reciclável. Uma opção é descartá-las no lixo do banheiro.

As máscaras reutilizáveis são uma opção menos agressiva para o planeta?

Optar por máscaras reutilizáveis é uma boa opção para diminuir a quantidade de lixo que estamos gerando – principalmente durante a pandemia, já que podem ser usadas diversas vezes antes de serem descartadas. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que as máscaras de tecido tenham 3 camadas para que a proteção seja efetiva, e que a mesma máscara pode ser utilizada por até 30 lavagens. Vale lembrar que elas devem ser trocadas a cada 4 horas de uso.

Outra sugestão são as máscaras hospitalares que não precisam ser descartadas logo após o primeiro uso, como a PFF2/N95 – que pode ser higienizada. Se conservada de maneira correta, pode ser utilizada por até 15 dias.

Como higienizar minha máscara de tecido

Após o uso, lave com detergente ou sabão, preferencialmente com água quente. Caso lave com água em temperatura ambiente, a máscara precisa ficar em água fervida por mais ou menos 1 minuto.

Para máscaras brancas, também é possível deixá-las de molho em uma mistura com 10% de água sanitária durante 30 minutos. Enxaguar bem antes de colocar para secar, para que a solução não fique no tecido.

Como higienizar minha máscara N95

Não é necessário a aplicação de nenhum produto na máscara, muito menos que ela seja lavada. Basta deixá-la em um local arejado, sem sol, entre 3 a 5 dias – pode até ser no seu varal.

Vale lembrar que caso a máscara esteja rasgada ou com aparência envelhecida, ela não deverá ser utilizada.

Sendo reutilizada ou descartável, o importante é o uso e descarte correto da sua máscara para que consigamos passar por esse período de forma saudável e agredindo da menor forma possível o meio ambiente.

Fontes: Historias do Mar | Secretaria da Saude | CNN Brasil | Akatu

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Fonte: Pensamento Verde

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Pioneirismo na veia! Braskem desenvolve primeira cera de polietileno de fonte renovável do mundo

Sempre na vanguarda da inovação e do desenvolvimento sustentável para gerar um melhor impacto no planeta e na sociedade, a Braskem lançou a primeira cera de polietileno de origem renovável do mundo. O produto é comumente utilizado como agente modificador de viscosidade em várias formulações na produção de adesivos, cosméticos, revestimentos e diversos compostos.

Pegada de CO2 reduzida

A nova cera de polietileno, que é mais um resultado do esforço da companhia para descarbonizar sua cadeia de valor de negócios, tem as mesmas propriedades e oferece o mesmo desempenho que a versão feita de polietileno fóssil.

Produzida a partir do etanol da cana de açúcar, a solução tem menor pegada de CO2 e é capaz de absorver gás carbônico da atmosfera durante seu ciclo de produção. Além disso, é reciclável, economiza 80% de energia em relação às rotas tradicionais e tem aplicações em diversos mercados.

Essa inovação se soma ao portfólio “I’m Green” de base biológica da Braskem, que reúne produtos de fontes renováveis ​​e recicladas que vão além das resinas tradicionais à base de óleo, reforça o compromisso com a economia circular e que tem o objetivo de se tornar uma empresa neutra em carbono até 2050.

Compromisso que já está no DNA

Há mais de uma década, a Braskem busca soluções inovadoras e sustentáveis para a valorização do plástico.

Uma das iniciativas que contribui para que copos plásticos descartáveis de café e água não tenham como destino final os aterros sanitários é o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis que, em parceria com a Dinâmica Ambiental e apoio da Copobras, da Altacoppo, da Unigel e da Innova, recolhe esses resíduos nas empresas participantes e os encaminha para a reciclagem de forma correta e eficiente.

A partir daí, eles são transformados em resina pós-consumo e ganham nova vida, podendo ser aplicados nos segmentos de tampas de cosméticos e produtos de limpeza, utilidades para o lar, na indústria automotiva ou moveleira e na fabricação de eletrodomésticos e bicicletas.

Além da reciclagem, o programa também é educativo, já que as empresas participantes recebem treinamentos sobre o processo de descarte e outras boas práticas sustentáveis.

Se você também deseja contribuir para um planeta melhor, entre em contato agora mesmo e saiba como fazer a adesão da empresa que você trabalha no Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis!

Fonte: Braskem

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Fonte: Pensamento Verde

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Couro de cogumelos vestindo a moda sustentável

Sete milênios desde sua invenção, o couro continua sendo um dos materiais naturais mais duráveis ​​e versáteis. No entanto, as preocupações cada vez maiores com o bem-estar animal vêm mudando bastante a lógica do consumo desse material e trazendo uma onda de substitutos sintéticos.

As alternativas de couro produzidas a partir de polímeros sintéticos se saem melhor em termos de sustentabilidade ambiental e alcançam uma participação de mercado considerável nos últimos anos. Mas esses materiais enfrentam os mesmos problemas de descarte de qualquer plástico sintético. Assim, o mercado de couro tem buscado outras inovações.

Por mais estranho que possa parecer, um bom candidato é um humilde fungo.

Quão insustentável é o couro animal, na verdade?

A sustentabilidade do couro depende de como você o encara. Por utilizar peles geralmente de vacas, a produção está relacionada à criação de animais – o que também requer produtos químicos tóxicos para o ambiente.

Embora tenha a mesma fonte, produzir couro não chega nem perto de causar o mesmo impacto que produzir carne. No entanto, o curtimento de couro ainda consome muita energia e recursos e produz muitos resíduos de lodo durante o processamento. Isso representa um impacto ambiental maior do que outros produtos de origem animal processados, que podem ser vendidos como produtos de carne ou ração animal.

Do cogumelo ao couro

As tecnologias de couro derivadas de fungos, que aliás já foram patenteadas por empresas americanas, aproveitam a estrutura semelhante à raiz dos cogumelos, chamada micélio, que contém o mesmo polímero encontrado na casca do caranguejo, por exemplo.

Em vez de precisar de hectares de terra e toneladas de grãos para criar gado, os fabricantes de couro de cogumelo cultivam esteiras gigantes ou tonéis que se alimentam de açúcar de beterraba, melaço ou outros subprodutos industriais como serragem. Cultivado em uma superfície plana, o fungo maduro pode ser cortado e desidratado e, para parecer couro, são usados ácidos leves, álcoois e corantes para modificar o material fúngico, que é então comprimido, seco e gofrado.

O processo é bastante simples e pode ser concluído com o mínimo de equipamentos e recursos por artesãos. Um tapete natural de fungos, por exemplo, se faz em poucas semanas. Uma vaca leva cerca de dois anos para crescer até o ponto em que sua pele pode ser transformada em couro, enquanto folhas de micélio são cultivadas em questão de semanas. Também pode ser dimensionado industrialmente para produção em massa. O produto final se parece com couro animal e tem durabilidade semelhante.

Vou usá-lo em breve?

Espera-se que produtos comerciais feitos com couro derivado de fungos estejam à venda em breve – então a questão é quanto isso vai custar. As estimativas de custo de fabricação indicam que o material pode se tornar economicamente competitivo em relação à versão tradicional, uma vez fabricado em maior escala.

O couro de cogumelo não é o único a enfrentar a indústria do couro animal, que também conta com outros adversários veganos, como os couros feitos de folhas de cacto, de fibras de abacaxi, cascas de maçã, cascas de uva e outros subprodutos da indústria do vinho. Por meio da biotecnologia, é cada vez maior a expectativa de que a indústria da moda em geral se baseie em materiais muito mais gentis com o planeta, com as pessoas, com as vacas e todas as formas de vida envolvidas na cadeia de produção do couro tradicional.

O futuro desse mercado alternativo é bem promissor e a tendência é que se expanda em ritmo acelerado nos próximos anos. De fato, não há nenhuma boa razão para as alternativas de couros veganos não conseguirem substituir a versão animal em muitos produtos de consumo. Ao contrário, até porque, chique mesmo é ser consciente.

Fontes: The Conversation | Livekindly | Discover Magazine | Veganbusiness

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Fonte: Pensamento Verde

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Couro de cogumelos vestindo a moda sustentável

Sete milênios desde sua invenção, o couro continua sendo um dos materiais naturais mais duráveis ​​e versáteis. No entanto, as preocupações cada vez maiores com o bem-estar animal vêm mudando bastante a lógica do consumo desse material e trazendo uma onda de substitutos sintéticos.

As alternativas de couro produzidas a partir de polímeros sintéticos se saem melhor em termos de sustentabilidade ambiental e alcançam uma participação de mercado considerável nos últimos anos. Mas esses materiais enfrentam os mesmos problemas de descarte de qualquer plástico sintético. Assim, o mercado de couro tem buscado outras inovações.

Por mais estranho que possa parecer, um bom candidato é um humilde fungo.

Quão insustentável é o couro animal, na verdade?

A sustentabilidade do couro depende de como você o encara. Por utilizar peles geralmente de vacas, a produção está relacionada à criação de animais – o que também requer produtos químicos tóxicos para o ambiente.

Embora tenha a mesma fonte, produzir couro não chega nem perto de causar o mesmo impacto que produzir carne. No entanto, o curtimento de couro ainda consome muita energia e recursos e produz muitos resíduos de lodo durante o processamento. Isso representa um impacto ambiental maior do que outros produtos de origem animal processados, que podem ser vendidos como produtos de carne ou ração animal.

Do cogumelo ao couro

As tecnologias de couro derivadas de fungos, que aliás já foram patenteadas por empresas americanas, aproveitam a estrutura semelhante à raiz dos cogumelos, chamada micélio, que contém o mesmo polímero encontrado na casca do caranguejo, por exemplo.

Em vez de precisar de hectares de terra e toneladas de grãos para criar gado, os fabricantes de couro de cogumelo cultivam esteiras gigantes ou tonéis que se alimentam de açúcar de beterraba, melaço ou outros subprodutos industriais como serragem. Cultivado em uma superfície plana, o fungo maduro pode ser cortado e desidratado e, para parecer couro, são usados ácidos leves, álcoois e corantes para modificar o material fúngico, que é então comprimido, seco e gofrado.

O processo é bastante simples e pode ser concluído com o mínimo de equipamentos e recursos por artesãos. Um tapete natural de fungos, por exemplo, se faz em poucas semanas. Uma vaca leva cerca de dois anos para crescer até o ponto em que sua pele pode ser transformada em couro, enquanto folhas de micélio são cultivadas em questão de semanas. Também pode ser dimensionado industrialmente para produção em massa. O produto final se parece com couro animal e tem durabilidade semelhante.

Vou usá-lo em breve?

Espera-se que produtos comerciais feitos com couro derivado de fungos estejam à venda em breve – então a questão é quanto isso vai custar. As estimativas de custo de fabricação indicam que o material pode se tornar economicamente competitivo em relação à versão tradicional, uma vez fabricado em maior escala.

O couro de cogumelo não é o único a enfrentar a indústria do couro animal, que também conta com outros adversários veganos, como os couros feitos de folhas de cacto, de fibras de abacaxi, cascas de maçã, cascas de uva e outros subprodutos da indústria do vinho. Por meio da biotecnologia, é cada vez maior a expectativa de que a indústria da moda em geral se baseie em materiais muito mais gentis com o planeta, com as pessoas, com as vacas e todas as formas de vida envolvidas na cadeia de produção do couro tradicional.

O futuro desse mercado alternativo é bem promissor e a tendência é que se expanda em ritmo acelerado nos próximos anos. De fato, não há nenhuma boa razão para as alternativas de couros veganos não conseguirem substituir a versão animal em muitos produtos de consumo. Ao contrário, até porque, chique mesmo é ser consciente.

Fontes: The Conversation | Livekindly | Discover Magazine | Veganbusiness

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Documentários imperdíveis sobre sustentabilidade

Documentários imperdíveis sobre sustentabilidade

Informação é conhecimento – e se também puder ser entretenimento, melhor ainda! Quanto mais soubermos sobre nosso impacto no planeta, mais podemos ajudar a revertê-lo. Desde a descoberta do “verdadeiro custo” da moda até as melhores práticas de sustentabilidade, cada um dos documentários abaixo (a grande maioria disponível na Netflix) destaca uma série de questões ambientais e o que pode ser feito diante disso.

Cowspiracy: O segredo da sustentabilidade

Da poluição do ar ao desmatamento e à perda significativa de biodiversidade, o documentário investiga um dos principais contribuintes para a mudança climática – a pecuária – e descobre por que uma série de organizações não estão dispostas a agir.

Seaspiracy

Um original da Netflix que revela a realidade inquietante da pesca comercial e os danos que estamos causando à vida selvagem marinha. Dos criadores de Cowspiracy, Seaspiracy não só enfatiza os efeitos ambientais devastadores da indústria pesqueira, mas o segredo e a conspiração em torno do comércio.

Nosso Planeta

Documentário repleto de imagens deslumbrantes e inspiradoras, graças ao uso de drones e outros avanços na tecnologia de filmagem. Além de apenas mostrar uma variedade de ecossistemas inacessíveis para a maioria dos humanos, esta série também enfatiza como esses lugares são frágeis e como a humanidade deve fazer mais para protegê-los.

Solo Fértil

Mostra um grupo de revolucionários, cientistas, agricultores e políticos que se unem em um movimento global chamado “agricultura regenerativa” para salvar a camada superficial do solo, cuja meta é equilibrar o clima, reabastecer o suprimento de água e alimentar o mundo. O documentário nos dá um norte do que realmente podemos fazer para não deixar a desertificação tomar conta dos nossos solos e recuperar os que a erosão já tomou conta.

Brave Blue World

Documentário de sustentabilidade sobre a crise mundial da água com um grande poder de estrela. Apresenta Matt Damon e Jaden Smith, que fundaram, cada um, organizações sem fins lucrativos relacionadas com a água, bem como cientistas e pioneiros em todo o mundo que estão combatendo os problemas de escassez de água e saneamento.

Em busca dos Corais

Este documentário mostra como os recifes são vitais para as criaturas marinhas e os humanos e apresenta o trabalho de um grupo de cientistas, fotógrafos e mergulhadores que registraram o fenômeno do branqueamento de corais a uma taxa sem precedentes.

The Ivory Game

Para fazer este documentário, os diretores Keif Davidson e Richard Ladkani foram do Quênia a Hong Kong e investigaram por mais de 16 meses a caça furtiva de elefantes e o contrabando de marfim, informando e inspirando ações para preservar a espécie.

O verdadeiro custo

Neste documentário focado na moda que questiona o verdadeiro custo de suas roupas, o cineasta Andrew Morgan descobre o devastador impacto ético e ambiental da fabricação de roupas, especialmente em países em desenvolvimento. Desde o colapso de uma fábrica – especificamente a da Savar em 2013 – à destruição do ambiente natural, este documentário alarmante vai fazer você pensar duas vezes antes de investir no fast fashion. Assista em truecostmovie.com

Fontes: Netflix | Country & Town House

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Fonte: Pensamento Verde

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Conheça o podcast do Pensamento Verde!

Conheça o podcast do Pensamento Verde!

Você, que já acompanha o Pensamento Verde por aqui, no Instagram e no Facebook, agora vai poder ficar por dentro de tudo o que envolve o tema da sustentabilidade também via podcast. É literalmente só o que faltava!

Disponível no Spotify, Deezer e Google Podcast, o podcast do Pensamento tem dois quadros: o Como salvar o planeta em 60 segundos, com dicas e curiosidades que vão te ajudar a estabelecer uma rotina cada vez mais consciente e o Conversa com Especialista, que traz novidades e orientações sobre reciclagem, sustentabilidade e consciência ambiental em bate-papos super dinâmicos com profissionais feras no assunto! Cada dia é um quadro e tem conteúdo novo diariamente!

Vamos transformar o mundo a partir do seu smartphone com muita informação e conhecimento?

Clique aqui e siga a gente lá!

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Fonte: Pensamento Verde

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O impacto dos alimentos processados

O impacto dos alimentos processados

O fato é que, no fim das contas, o que conta mesmo são os nossos hábitos.

Que o nosso sistema alimentar afeta o abastecimento de água subterrânea, gera um terço das emissões de gases de efeito estufa e consome muita terra, isso a gente já sabe.

Que os cientistas aconselham que reduzamos o consumo de carne, o desperdício de alimentos e compremos mais alimentos produzidos localmente, também sabemos. Até aí, nada de novo. Mas será que o planeta também se beneficiaria se comêssemos menos alimentos processados?

A resposta é: depende. Os alimentos podem ser divididos em não processados ​​ou minimamente processados, processados ​​e ultraprocessados.

Os não processados ​​de origem local, como frutas e vegetais inteiros, têm uma pegada de carbono relativamente baixa e os alimentos vegetarianos minimamente processados ​​têm um dos menores impactos ambientais.

Só que a sustentabilidade de um alimento depende de quanta energia é gasta no processo como um todo, ou seja, no processamento, armazenamento, preservação, refrigeração e, claro, do quanto dele desperdiçamos.

É o tipo de ingrediente, seja ele processado ou não, que gera seu impacto ambiental. Por incrível que pareça, os alimentos ultraprocessados ​​têm um baixo impacto ambiental se não contiverem nenhuma ou pouca quantidade de ingredientes de origem animal. Isso inclui as gorduras e outros conservantes usados ​​para ajudar a armazenar os alimentos por mais tempo.

Alimentos processados ​​em geral parecem bastante sustentáveis, mas isso é mais indicativo de seus ingredientes do que do próprio processamento. Tanto que já há estudos que apontam que qualquer alimento ultraprocessado contendo óleo de palma e soja tem efeitos ambientais negativos consideráveis.

E não é só o alimento em si que o define como vilão ou mocinho quando o assunto é impacto ambiental. Nessa conta, a gente precisa considerar também as embalagens onde eles são acondicionados. Se um determinado alimento tiver uma pegada pequena de carbono, mas sua embalagem for de isopor, por exemplo, pronto, o impacto para o ambiente vai ser maior.

Por que depende?

Se você desperdiçar carne, isso terá um impacto ambiental bastante grande porque produzi-la é muito intensivo em termos ambientais. Se você desperdiçar vegetais, ainda há um impacto, mas é bem menor, porque a quantidade de energia gasta para produzi-los é muito menor. Em tese, os alimentos ultraprocessados podem até ajudar a combater o desperdício se não precisarem de refrigeração – isto porque esse processo usa muita energia, contribuindo para as emissões.

Só que os efeitos do consumo de alimentos processados ​​e ultraprocessados estão diretamente relacionados à sobrecarga econômica, assistencial e, claro, ambiental, dos sistemas de saúde para cuidar de uma população saudável versus uma com taxas mais altas de doenças relacionadas à obesidade.

E agora, o que fazer?

Pensou que o cálculo acabava com o prato vazio, né?

É por isso que a maneira mais sustentável de consumir alimentos é fazer apenas o que comemos.

Na maioria dos países desenvolvidos, mais da metade de todo o desperdício de alimentos ocorre em casa. Para evitar comprar mais comida do que o necessário, faça viagens frequentes ao supermercado a cada poucos dias, em vez de fazer compras em massa uma vez por semana. Outra ideia é tentar consumir toda a comida que comprou na última ida ao mercado antes de comprar mais mantimentos. É difícil no começo, mas as conveniências da tecnologia podem ajudar a criar esse hábito.

Motivos para um consumo mais consciente? Temos um monte.

Mais de 1/3 de todos os alimentos produzidos globalmente vão para o lixo. O valor anual dos alimentos desperdiçados no mundo é de U$ 1 trilhão e pesa 1,3 bilhão de toneladas. Se o desperdício de alimentos fosse um país, ele seria o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa (depois da China e dos EUA).

Embora esses números possam parecer impressionantes, cada um de nós pode fazer algo para garantir que esses números sejam muito mais baixos já a partir de agora – seja por meio de compras mais bem planejadas, armazenamento mais inteligente de alimentos ou uma porção de produtos excedentes da loja da esquina. Você pode ajudar a reduzir essa prática mudando alguns hábitos. Toda pequena ajuda, conta.

Fontes: BBC | Food Navigator | Olio

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Fonte: Pensamento Verde

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Tóquio 2020/2021 – As Olimpíadas da Sustentabilidade

As Olimpíadas e Paralimpíadas Tóquio 2020 terão como conceito: “Seja melhor, juntos, para o planeta e as pessoas”. Assim, os benefícios dos jogos serão destinados não apenas aos esportistas, mas também ao meio ambiente, à sociedade e à economia.

Os jogos contarão com um Código de Compras Sustentáveis, que assegura a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos, serviços e produtos licenciados. O pódio da cerimônia de premiação será impresso em 3D com plástico reciclado recolhido em lojas de varejo, escritórios e escolas, como parte de uma campanha educativa com foco no consumo responsável e reciclagem.

As medalhas serão feitas com a reciclagem de lixos eletrônicos descartados pela população japonesa. Mais de 6 milhões de telefones e quase 80 mil toneladas de aparelhos eletrônicos foram arrecadados, desmontados, fundidos e refinados para criar as variações de ouro, prata e bronze.

A eletricidade usada nos jogos virá de fontes renováveis, como solar, biomassa e hídrica. As medidas de eficiência energética incluem a instalação apenas de luzes LED em todos os locais do evento.

O transporte de emissão zero também será usado, incluindo ônibus de célula de combustível, ônibus autônomos de bateria e empilhadeiras movidas a hidrogênio, que serão usadas para mover itens pesados ​​pelos locais olímpicos.
A tocha olímpica foi produzida com resíduos de alumínio de uma caixa temporária construída após o terremoto e tsunami de 2011. Os uniformes usados ​​pelos funcionários estão sendo feitos de poliéster derivado de garrafas recicladas.

A praça da vila olímpica está sendo construída com madeira de origem sustentável doada por autoridades locais em todo o Japão. Após os jogos, a madeira será reaproveitada como bancos públicos ou na construção de prédios públicos.

O sonho de Tóquio 2020 de ser os Jogos Olímpicos de menor emissão de todos os tempos se estende até onde os atletas dormirão: os colchões das 18 mil camas que serão utilizadas são de papelão reciclável.

Tudo isso faz parte de um esforço do Comitê Olímpico para reduzir a pegada de carbono do evento. Estima-se que os jogos do Rio de Janeiro de 2016 tenham emitido 4,5 milhões de toneladas de CO2. Os de Londres, em 2012, geraram 3,3 milhões de toneladas. Tóquio quer bater este recorde e prevê uma emissão de não mais que 2,93 milhões de toneladas de CO2.

O plano de Tóquio de fazer de 2020/2021 as “Olimpíadas verde” é um esforço do Japão pela realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao apresentar modelos e soluções para desafios globais de sustentabilidade, o anfitrião espera, cada vez mais, envolver seus cidadãos nas questões de mudança climática na expectativa de que esses esforços continuem mesmo depois dos jogos.

Outros bons exemplos para seguir

Mas não é necessário um evento dessa magnitude para trazermos a sustentabilidade ao nosso dia a dia e nem é preciso que órgãos públicos liderem iniciativas em prol dessa bandeira. Todos nós podemos iniciar um projeto que ajude a reduzir os impactos no planeta. O melhor momento para isso? Agora. Onde? Aí mesmo, onde você está neste momento. Sustentabilidade é, acima de tudo, atitude e se nós não nos conscientizarmos, não teremos um futuro sustentável.

Pensando nisso, a Braskem em parceria com a Dinâmica Ambiental criou o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis, que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, incentiva o descarte correto e orienta organizações a instituírem melhores procedimentos de logística reversa para o destino correto de copos descartáveis após o seu uso.

Esses materiais são coletados nas empresas participantes, retornam para a indústria e, com o apoio das empresas Copobras, Altacoppo, Unigel e Innova, são transformados em novos produtos, fortalecendo a economia circular. Educar as pessoas a fazer o certo pelo planeta é uma responsabilidade de todos. Entre em contato agora mesmo e saiba como trazer a sua empresa para o Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis!

Fontes: 3D Printing Media | Olympics | World Economic Forum

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Fonte: Pensamento Verde

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