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Lixo espacial está dificultando a visão das estrelas

O céu repleto de resíduos também aumenta a probabilidade de os satélites colidirem uns com os outros e com outros objetos, formando ainda mais detritos brilhantes

Não é só o planeta Terra que está ficando repleto de resíduos: o espaço também. O alerta foi feito em um novo estudo, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

De acordo com os cientistas, o céu noturno está se tornando cada vez mais cheio de satélites brilhantes e lixo espacial, que representam uma grande ameaça à visão geral do cosmos, bem como à pesquisa astronômica.

Os pesquisadores descobriram que mais de 9.300 toneladas de objetos espaciais estão orbitando a Terra, incluindo satélites inoperantes e pedaços de foguetes, que contribuem para aumentar o brilho do céu noturno em mais de 10% em grandes partes do planeta.

Com este aumento, torna-se mais difícil para os astrônomos fazerem medições precisas, além de também aumentar a probabilidade de perderem descobertas significativas por completo.

Luzes causadas pela implantação de satélites que compõem a constelação Starlink | Foto: Andreas Möller, Divulgação – Royal Astronomical Society

Dificuldade em observar as estrelas

De acordo com os pesquisadores, os satélites e o lixo espacial atrapalham as imagens astronômicas ao refletir a luz solar, produzindo faixas brilhantes, tornando difícil distinguir os objetos de outros de interesse astrofísico.

Os pesquisadores descobriram que esse efeito é mais pronunciado ao observar o cosmos com detectores de baixa resolução, como o olho humano, resultando em um brilho difuso em todo o céu noturno. Telescópios com alta resolução angular e alta sensibilidade também podem ter parte de suas imagens prejudicadas pela poluição luminosa, embora possam provavelmente transformar a luz refletida em manchas. Isso poderia obscurecer a visão astronômica de qualquer ponto do planeta Terra, dificultando o trabalho dos observadores de estrelas.

E o céu noturno pode ficar ainda mais brilhante, especialmente com a instalação contínua de “mega constelações” – grandes conjuntos de satélites que visam fornecer acesso global à Internet. Pelo menos 12 operadoras, incluindo Amazon, SpaceX e OneWeb, têm planos de lançar novos satélites de mega constelação ou expandir as redes existentes.

O Starlink da SpaceX tem atualmente 1.200 satélites em órbita, mas a empresa pretende aumentar sua frota para 42.000 nas próximas décadas – cerca de 14 vezes o número de satélites operacionais em órbita hoje.

Solução

Uma solução para o problema, proposta pela Agência Espacial Europeia (European Space Agency – ESA) em dezembro de 2019, é o lançamento de uma espécie de “robô coletor”, com quatro braços, para coletar o lixo espacial.

Operadores de satélite como a SpaceX também vem trabalhando para reduzir o brilho de suas espaçonaves, através de mudanças no design. Apesar desses esforços, o efeito coletivo de um aumento acentuado no número de objetos em órbita mudará a experiência do céu noturno para muitos em todo o planeta.

Os pesquisadores esperam que este trabalho mude a natureza do diálogo entre operadores de satélites e astrônomos para que encontrem a melhor forma de gerenciar o espaço orbital ao redor da Terra.

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Fonte: Pensamento Verde

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Como usar o vinagre branco na limpeza da casa

O uso do vinagre como produto de limpeza tem inúmeras vantagens: é barato, natural além de ser uma ótima maneira de eliminar bactérias, mofo e sujeira

O vinagre é um produto excelente não só para temperar a salada, mas também na limpeza da sua casa. Este limpador natural elimina facilmente a sujeira, além de mofo e bactérias, sendo bastante seguro para o uso no dia a dia.

A seguir nós relacionamos algumas dicas de limpeza com o uso do vinagre. Confira!

Geladeira

Você pode limpar toda a geladeira só com vinagre branco. Para isso, faça uma solução de limpeza usando uma parte de vinagre e outra de água. Você pode até manter uma garrafa com essa mistura guardada na geladeira, para usar sempre que necessário!

Micro-ondas

a limpeza será bem mais fácil com o vinagre branco. Remova respingos e manchas difíceis misturando 1/2 xícara de vinagre com 1/2 xícara de água em uma tigela de vidro. Coloque no micro-ondas por dois ou três minutos, ou até ferver e, em seguida, use a mistura para remover todas as sujidades.

Bancadas

borrife vinagre nas bancadas e passe um pano úmido e quente. Só evite usar o produto se a superfície for de granito ou mármore.

Banheiro

a mistura de bicarbonato de sódio com vinagre pode fazer maravilhas no seu banheiro. Para limpar o box, por exemplo, coloque um copo de vinagre e deixe agir durante a noite. No dia seguinte jogue um pouco de bicarbonato sobre o vinagre que ficou agindo durante a noite (coloque um pouco de água, caso tenha secado muito) e esfregue com uma vassoura. Depois é só enxaguar.

Chuveiro

despeje um pouco de vinagre branco em um saco plástico e prenda-o no chuveiro com uma fita adesiva ou elástico. Certifique-se de que haja vinagre suficiente para que a parte inferior do chuveiro fique submersa e deixe durante a noite. Na manhã seguinte, retire o saco plástico e passe uma escovinha para finalizar a limpeza. Depois é só ligar o chuveiro para enxaguar.

Nunca misture vinagre com água sanitária

Se você acha que vai turbinar a limpeza ao misturar o vinagre com água sanitária, saiba que há um grande engano!

Na verdade, quando esses dois elementos se encontram, ocorre uma reação química que pode ser prejudicial à saúde.

A maioria dos alvejantes é feita de hipoclorito de sódio diluído em água. O vinagre obtém seu poder de limpeza do ácido acético. Quando o hipoclorito de sódio é misturado com ácido acético (ou qualquer outro ácido), ele gera um cloro gasoso tóxico.

O contato com esse gás pode causar sérios danos aos pulmões, além de queimaduras químicas, falta de ar e vômitos. Também pode ser letal, dependendo da gravidade da exposição.

O gás supostamente tem um cheiro semelhante a alvejante, mas é um pouco mais picante. Caso você sinta um cheiro desagradável depois de combinar produtos de limpeza, saia da área e vá para fora ou para uma janela, onde possa tomar um pouco de ar em segurança. Por isso, lembre-se: as únicas substâncias seguras para misturar ao vinagre são o bicarbonato de sódio e a água.

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Fonte: Pensamento Verde

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Novo pigmento azul encontrado no repolho pode substituir os corantes alimentares sintéticos

Cientistas descobriram recentemente um pigmento azul, presente no repolho roxo, que pode ser uma alternativa natural aos corantes artificiais.

Pigmentos azuis são raramente encontrados em recursos naturais como plantas e rochas, o que significa que a maioria dos produtos com essa cor – incluindo doces, bebidas, comprimidos de remédios, cosméticos e roupas – necessitam de corantes sintéticos para sua produção.

Estes corantes sintéticos são tipicamente feitos de petroquímicos, levando a preocupações sobre seus impactos ambientais e sobre sua segurança na ingestão humana no caso dos alimentos. O corante azul, por exemplo, pode causar, entre outros problemas, hiperatividade em crianças. O azul indigotina, que é a tintura do anil, pode ser responsável por náuseas, vômito, hipertensão e problemas respiratórios.

Descoberta

Cientistas levaram décadas pesquisando por alternativas naturais. Agora, Pamela Denish, da Universidade da Califórnia, em Davis, e seus colegas descobriram um pigmento no repolho roxo, similar ao corante artificial Azul Brilhante FCF ou E133.

Esse pigmento azul natural – um tipo de molécula de antocianina – só pode ser encontrado em pequenas quantidades na couve roxa.

No entanto, os pesquisadores descobriram que podiam produzir quantidades maiores tratando as antocianinas de cor vermelha dominantes presentes no repolho roxo com uma enzima especialmente projetada que os tornava azuis.

A equipe usou o novo pigmento azul para fazer sorvete azul, cobertura de donut e lentilhas revestidas de açúcar. Esses produtos mantiveram a cor azul ao serem armazenados por 30 dias em temperatura ambiente.

Alguns testes de segurança ainda precisam ser realizados, antes que o corante azul natural possa ser usado em alimentos, mas Kumi Yoshida, da Universidade de Nagoya, no Japão, um dos autores do estudo, diz que é improvável que o pigmento ofereça efeitos adversos à saúde. “As antocianinas do repolho roxo têm uma longa, longa história em nossas dietas”, diz ela.

A razão pela qual a cor azul é tão incomum na natureza é porque estruturas moleculares complexas são necessárias para absorver os comprimentos de onda certos de luz para dar uma aparência de azul, diz Rebecca Robbins do Mars Wrigley Global Innovation Center nos EUA, que também esteve envolvida em o estudo. “São necessárias algumas [poucas] características moleculares específicas”, diz ela.

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Fonte: Pensamento Verde

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Brasil pede um bilhão de dólares para nações ocidentais em prol da preservação da Amazônia

De acordo com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o Brasil já fez o suficiente na preservação da Amazônia para garantir esse apoio financeiro.

O Brasil solicitou US $ 1 bilhão em apoio financeiro das nações ocidentais para reduzir o impacto ambiental causado pelo desmatamento na Amazônia.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que o dinheiro será usado para reduzir o desmatamento na Floresta Amazônica em 40% nos próximos 12 meses. Ele disse ao Financial Times: “Já temos muitos resultados que poderiam justificar o recebimento de algo, senão tudo, mas algo adiantado”.

Dos US $ 1 bilhão, um terço pagaria por atividades de comando e controle, como a aplicação de leis ambientais e a repressão à extração ilegal de madeira e mineração. O restante seria dedicado ao desenvolvimento econômico e à geração de empregos na Amazônia.

Diplomatas estrangeiros afirmam que o Brasil deve mostrar resultados na redução dos níveis crescentes de desmatamento na Amazônia antes de receber qualquer apoio financeiro.

Números crescentes

Desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o poder em 2019, o desmatamento na Amazônia atingiu seu nível mais alto em mais de 10 anos. No ano passado, mais de 11 mil quilômetros quadrados de floresta tropical foram destruídos, uma área correspondente a sete vezes o tamanho da cidade de Londres.

No entanto, Salles afirma que o Brasil precisa de fundos monetários agora para iniciar um “ciclo positivo”. Ele diz: “Se você não tem [recursos] para iniciar as operações, então as operações não podem começar. Você precisa ter pelo menos parte [dos] fundos necessários para iniciar um ciclo positivo de cuidar da região tanto [da fiscalização] quanto de uma perspectiva socioeconômica“.

Salles foi acusado de querer derrubar a floresta para dar lugar à atividade comercial, mas ele aponta para a preservação histórica da floresta no Brasil como motivo para receber o dinheiro agora, dizendo: “Há muitas coisas já feitas. Preservamos 84% ​​da floresta amazônica. Não vejo nenhum outro país relevante com a mesma taxa de preservação [de suas florestas]”. No auge da pandemia do coronavírus no Brasil no ano passado, surgiram comentários nos quais Salles disse que o governo deveria “aproveitar a distração do público pela pandemia de coronavírus” para forçar a aprovação de leis para desregulamentar o meio ambiente.

O Brasil já recebeu centenas de milhões de dólares no ano passado em apoio ambiental, inclusive por meio do Fundo Amazônia, uma iniciativa dos governos norueguês e alemão. No entanto, isso está congelado desde 2019 devido ao aumento das taxas de desmatamento no Brasil.

Além disso, enviados de outros países da região dizem que as agências ambientais brasileiras têm sido historicamente eficazes no combate ao desmatamento com orçamentos muito menores. No entanto, desde que o governo Bolsonaro chegou ao poder, os orçamentos dessas agências foram reduzidos em quase 30% a cada ano, dificultando o cumprimento de seu mandato.

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Fonte: Pensamento Verde

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ONGs com soluções para sustentabilidade podem concorrer a fundo global de US$ 3 milhões

Fundo global de US$ 3 milhões do prêmio ajuda nas causas dos vencedores, nas categorias Saúde, Comida, Energia, Água e Escolas Secundárias Globais

O Prêmio Zayed de Sustentabilidade 2022 entra em seu último mês de inscrições, que vai até o dia 6 de Maio.

Este prêmio de âmbito internacional que visa recompensar impacto, inovação e inspiração, lança uma chamada final para pequenas e médias empresas, organizações não governamentais (ONGs) e escolas secundárias de todo o mundo enviarem suas candidaturas para a edição de 2022.

A competição tem inspiração no legado de desenvolvimento sustentável e humanitário do pai-fundador dos Emirados Árabes Unidos, o Sheikh Zayed bin Sultan Al Nahyan, e seu troféu já atinge 14 rodadas das inscrições abertas em 18 de novembro de 2020. O prêmio já gratificou, no total, 86 vencedores, dos quais as soluções ou projetos escolares transformaram a vida de mais de 352 milhões de pessoas, em todo o mundo, de maneira direta ou indireta.

Como participar?

As empresas e ONGs cadastradas nesse projeto devem apresentar soluções de sustentabilidade nas categorias de Saúde, Comida, Energia e Água, além de demonstrar os resultados prévios sobre três quesitos: impacto, inovação e inspiração. A categoria que engloba as Escolas Secundárias baseia-se na apresentação de propostas e projetos, liderados por estudantes, em ao menos um dos quatro setores sustentáveis, e oferecerá recursos para ajudar e aprimorar suas comunidades, locais ou escolas.

Comentando o processo de candidatura deste ano, Sua Excelência Dr. Sultan bin Ahmed Al Jaber, o Ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos e Diretor Geral do Prêmio Zayed de Sustentabilidade, disse: “O Prêmio Zayed de Sustentabilidade se concentra em contribuir com a visão de sabedoria e liderança dos Emirados Árabes Unidos em termos de incentivo à inovação e ao encaminhamento para soluções práticas, que melhoram a qualidade de vida de comunidades em todo o mundo. O Prêmio também deu sinais que o ciclo de 2022 estaria colocando uma ênfase notável à inovação como chave para a resposta e recuperação da COVID-19, criando sinergia entre soluções sustentáveis vitais e a capacidade delas de empoderar comunidades ao mitigar implicações sócio-econômicas da pandemia.”

“À medida que o mundo se une em torno de uma ação climática progressiva, em preparação para a COP26, as soluções sustentáveis estão ganhando destaque, ao passo que reforçam o compromisso e a responsabilidade das gerações atuais com o futuro, ao mesmo tempo que abrem caminho para maiores oportunidades econômicas. Por sua vez, o Prêmio continuará a mostrar e reconhecer as inovações sustentáveis que constituam efetivamente ações de enfrentamento às mudanças climáticas e muito mais.”

Premiação

O fundo anual destinado a este Prêmio soma cerca de US milhões, e recompensa em US 0 mil em cada categoria; as Escolas Secundárias Globais tem seu prêmio dividido em 6 ganhadores, e cada um recebe a quantia de US 0 mil para a expansão ou início de seu projeto. As regiões presentes na competição são as Américas, África Subsaariana, Oriente Médio e Norte da África, Europa e Ásia Central, Sul da Ásia e Leste asiático e Pacífico.

Os vencedores serão anunciados em 2022 durante a Cerimônia de Premiação na Semana de Sustentabilidade de Abu Dhabi (ADSW). Mais detalhes serão divulgados nos próximos meses.

Para se inscrever, acesse este link.

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Fonte: Pensamento Verde

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Como reciclar mais de 50% do lixo do seu ambiente de trabalho?

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares) propõe novas regras para melhorar a gestão de resíduos no País. O documento, que possui 186 páginas, traz vários indicadores e metas, sendo uma delas, o acesso de 72,6% da população à coleta seletiva até 2040.

E nós não precisamos esperar quase vinte anos para começar a fazer algo pelo planeta. É possível começar agora, incorporando alguns hábitos cotidianos no ambiente de trabalho, que facilitem a separação de resíduos e, consequentemente, a reciclagem.

Para isso, vamos relacionar algumas dicas sobre como contribuir para uma economia mais circular.

1. Conscientização

A reciclagem deve ser fácil e intuitiva. Como? Se você percebe que o seu local de trabalho não faz a separação dos resíduos, procure os responsáveis e comece um trabalho de conscientização entre os funcionários, instalando coletores adequados que facilitem a separação dos resíduos por tipo: papéis, metais, vidros , plásticos e orgânicos.

É importante orientar os funcionários para que façam o descarte nos locais certos, começando com um trabalho de conscientização. Depois, tudo deve ser encaminhado para organizações especializadas na coleta e reciclagem desses materiais.

Reserve também um local para armazenar resíduos que devem ser tratados de forma diferenciada, como lâmpadas, pilhas e embalagens de sprays aerossol, por exemplo.

2. Priorize os resíduos mais gerados no ambiente corporativo

Em um escritório, por exemplo, muito provavelmente papel, plástico e lixo eletrônico são alguns dos resíduos mais gerados no dia a dia. E para que cada um desses itens seja bem aproveitado na reciclagem, eles devem ser separados e descartados corretamente.

Os copos descartáveis são bastante comuns nas empresas. Seja pela praticidade ou mesmo para evitar a proliferação de doenças, esse material conta com um descarte adequado, com total aproveitamento da matéria-prima, que pode ser feito através do Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis.

Criado pela Braskem, em parceria com a Dinâmica Ambiental, o programa garante a coleta e o encaminhamento dos copos descartáveis para que sejam reciclados e transformados em novos produtos. O programa também orienta as empresas sobre como instituir os procedimentos de logística para o destino correto desse material após o seu uso. Além disso, o programa conta com o apoio das empresas Copobras, Altacoppo, Unigel e Innova. Para mais informações sobre como aderir, acesse este link.

O uso do papel já reduziu bastante com o aumento do uso dos recursos digitais, porém, alguns lugares ainda fazem uso dele. E, antes de sair amassando o papel para jogar no lixo, tome alguns cuidados para que haja um bom aproveitamento desse material na reciclagem: 1º não misture papel limpo com papéis sujos, contaminados com resíduos de alimentos; 2º armazene em local seco; 3º procure empresas que fazem esse tipo de coleta.

Pilhas, baterias, lâmpadas e todo lixo eletrônico gerado no ambiente corporativo também merece um descarte adequado. Quando esses resíduos são descartados de forma inadequada, eles podem causar danos à saúde pública e ao meio ambiente. Isso porque, placas e outros circuitos eletrônicos possuem quantidades significativas de metais pesados – especialmente mercúrio, chumbo e cádmio. Neste link você encontra pontos de descarte para esses materiais.

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Fonte: Pensamento Verde

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Meias velhas: confira 8 ideias para reciclar meias que não servem mais

Quando as meias ficam velhas, nós nunca sabemos o que fazer. Algumas pessoas jogam no lixo, mesmo esta não sendo a alternativa mais sustentável, enquanto outras guardam, na tentativa de encontrar uma solução menos prejudicial ao meio ambiente.
Se esse é o seu caso, confira algumas sugestões para reaproveitar ao máximo este material:

1. Use para hidratar os pés

Você pode aproveitar as meias velhas usando-as para hidratar os pés enquanto dorme. Para isso, basta passar nos pés (principalmente os calcanhares) um creme à base de ureia, colocar as meias e ir dormir. O seu pé ficará hidratando durante a noite e no dia seguinte você notará uma diferença incrível!

2. Doação

Existe um projeto chamado Meias do Bem que recebe as meias velhas e as transforma em cobertores para quem precisa. Para contribuir com o programa basta pesquisar um dos pontos de coleta espalhados pelo Brasil e fazer a doação. Mesmo que tenha apenas um pé, ou ainda, se a meia estiver furada ou rasgada, não tem problema! A doação terá a mesma serventia que um par de meias em bom estado.
Se na sua cidade não tiver um ponto de coleta do Meias do Bem, ainda assim você pode procurar alguma ONG ou abrigo que certamente aceitará a sua doação – se as meias ainda estiverem em boas condições de uso.

3. Limpar superfícies

Você pode usar meias para limpar mesas e móveis da sua casa. O bom é que você também pode permitir que seus filhos ajudem. Vai ser uma diversão “vestir” as meias nas mãos e passar nas superfícies removendo o pó.

4. Cobertor para o pet

Se você conseguiu juntar uma boa quantidade de meias velhas, faça um cobertorzinho para o seu pet. Basta cortá-las ao meio e costura-las, usando a mesma técnica de uma colcha de retalhos.

5. Bola de meia

Você também pode aproveitar as meias e fazer uma bolinha para brincar com as crianças ou com o seu pet. Esse é um brinquedo bastante simples e pode ser feito com o que você tiver em casa. Algumas pessoas usam jornal para o enchimento, enquanto outras preferem espuma ou algodão.
Para isso, basta fazer uma bola (com algum desses materiais citados) e depois utilizar várias meias para sobrepor, até que a bolinha fique bem firme.

6. Compostagem

Se as suas meias forem feitas com fibras naturais você pode compostá-las. Para isso, você deve entrar em contato com o fabricante para descobrir se o material é totalmente orgânico e livre de tintas ou substâncias tóxicas. Antes de levar uma meia para a compostagem, tome o cuidado de picá-la bem, para facilitar a sua decomposição.

7. Esponja para banho

Sabe quando o sabonete vai chegando ao fim e ficam aqueles pedacinhos? Você pode juntar vários deles dentro de uma meia (bem limpinha) e usá-la como uma esponja. Dê um nó para que os sabonetes não caiam e use no seu banho. Com certeza, além de reaproveitar a meia (e os sabonetes) você ainda faz uma boa esfoliação na pele.

8. Manguitos

As meias mais longas, do tipo três quartos ou cinco oitavos, podem ser reaproveitadas como manguitos. Basta fazer um corte nos dedos dos pés e no calcanhar (para encaixar o polegar) e usar quando for andar de moto, de bicicleta ou mesmo para correr, protegendo os braços do frio e também dos raios solares.

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Fonte: Pensamento Verde

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Jovens estudantes desenvolvem projeto para ajudar pequenos produtores rurais

Por meio de consultorias, universitários auxiliam na produção orgânica de hortaliças e leguminosas na região de Campinas.

Um grupo de jovens estudantes vêm ajudando pequenos produtores rurais com consultorias remotas em cidades próximas a Campinas.

Eles fazem recomendações dos manejos necessários para hortaliças e leguminosas, como adubação, a partir de análises ou controle de pragas e doenças. Além disso, a iniciativa conta ainda com visitas periódicas nas propriedades, para avaliar o tratamento e realizar possíveis melhorias. O objetivo final é fazer com que obtenham o selo de certificação orgânica e gerem lucro aos pequenos produtores.

Para Bruno Ferreira, vice-presidente da ECAP Jr., empresa júnior responsável pelo projeto, a iniciativa beneficia tanto os estudantes quanto os produtores: “Com vivência empresarial, temos a possibilidade de aplicar nossos conhecimentos em benefício dos produtores e ainda aprendemos muito com eles! O resultado veio, alguns já estão colhendo seus respectivos produtos e obtendo suas certificações orgânicas”, relata.


Pequenas produtoras de Juquitiba, São Paulo, foram beneficiadas pelo projeto. [Imagem: Divulgação].

As chamadas Empresas Juniores (EJs) são organizações sem fins lucrativos compostas por estudantes da graduação de diversas áreas. Esses universitários têm a oportunidade de colocar em prática aquilo que aprendem em sala de aula e fomentar seu aprendizado. Além disso, podem contribuir com a sociedade a partir da vivência empresarial nas universidades. Dentro de EJs, surgem projetos de sucesso como o da ECAP Jr, que ajuda na transformação de vidas da região.

O Núcleo Campinas é a rede que representa as EJs da região metropolitana de Campinas e de suas cidades vizinhas no Movimento de Empresas Juniores (MEJ). Engajados pela sua missão, mais de 1200 estudantes foram impactados e 600 projetos foram executados. O Núcleo Campinas já movimentou sozinho 1.7 milhões de reais, que foram reinvestidos na educação empreendedora das universidades da região.

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Fonte: Pensamento Verde

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Jovens estudantes desenvolvem projeto para ajudar pequenos produtores rurais

Por meio de consultorias, universitários auxiliam na produção orgânica de hortaliças e leguminosas na região de Campinas.

Um grupo de jovens estudantes vêm ajudando pequenos produtores rurais com consultorias remotas em cidades próximas a Campinas.

Eles fazem recomendações dos manejos necessários para hortaliças e leguminosas, como adubação, a partir de análises ou controle de pragas e doenças. Além disso, a iniciativa conta ainda com visitas periódicas nas propriedades, para avaliar o tratamento e realizar possíveis melhorias. O objetivo final é fazer com que obtenham o selo de certificação orgânica e gerem lucro aos pequenos produtores.

Para Bruno Ferreira, vice-presidente da ECAP Jr., empresa júnior responsável pelo projeto, a iniciativa beneficia tanto os estudantes quanto os produtores: “Com vivência empresarial, temos a possibilidade de aplicar nossos conhecimentos em benefício dos produtores e ainda aprendemos muito com eles! O resultado veio, alguns já estão colhendo seus respectivos produtos e obtendo suas certificações orgânicas”, relata.


Pequenas produtoras de Juquitiba, São Paulo, foram beneficiadas pelo projeto. [Imagem: Divulgação].

As chamadas Empresas Juniores (EJs) são organizações sem fins lucrativos compostas por estudantes da graduação de diversas áreas. Esses universitários têm a oportunidade de colocar em prática aquilo que aprendem em sala de aula e fomentar seu aprendizado. Além disso, podem contribuir com a sociedade a partir da vivência empresarial nas universidades. Dentro de EJs, surgem projetos de sucesso como o da ECAP Jr, que ajuda na transformação de vidas da região.

O Núcleo Campinas é a rede que representa as EJs da região metropolitana de Campinas e de suas cidades vizinhas no Movimento de Empresas Juniores (MEJ). Engajados pela sua missão, mais de 1200 estudantes foram impactados e 600 projetos foram executados. O Núcleo Campinas já movimentou sozinho 1.7 milhões de reais, que foram reinvestidos na educação empreendedora das universidades da região.

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Fonte: Pensamento Verde

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Jovens estudantes desenvolvem projeto para ajudar pequenos produtores rurais

Por meio de consultorias, universitários auxiliam na produção orgânica de hortaliças e leguminosas na região de Campinas.

Um grupo de jovens estudantes vêm ajudando pequenos produtores rurais com consultorias remotas em cidades próximas a Campinas.

Eles fazem recomendações dos manejos necessários para hortaliças e leguminosas, como adubação, a partir de análises ou controle de pragas e doenças. Além disso, a iniciativa conta ainda com visitas periódicas nas propriedades, para avaliar o tratamento e realizar possíveis melhorias. O objetivo final é fazer com que obtenham o selo de certificação orgânica e gerem lucro aos pequenos produtores.

Para Bruno Ferreira, vice-presidente da ECAP Jr., empresa júnior responsável pelo projeto, a iniciativa beneficia tanto os estudantes quanto os produtores: “Com vivência empresarial, temos a possibilidade de aplicar nossos conhecimentos em benefício dos produtores e ainda aprendemos muito com eles! O resultado veio, alguns já estão colhendo seus respectivos produtos e obtendo suas certificações orgânicas”, relata.


Pequenas produtoras de Juquitiba, São Paulo, foram beneficiadas pelo projeto. [Imagem: Divulgação].

As chamadas Empresas Juniores (EJs) são organizações sem fins lucrativos compostas por estudantes da graduação de diversas áreas. Esses universitários têm a oportunidade de colocar em prática aquilo que aprendem em sala de aula e fomentar seu aprendizado. Além disso, podem contribuir com a sociedade a partir da vivência empresarial nas universidades. Dentro de EJs, surgem projetos de sucesso como o da ECAP Jr, que ajuda na transformação de vidas da região.

O Núcleo Campinas é a rede que representa as EJs da região metropolitana de Campinas e de suas cidades vizinhas no Movimento de Empresas Juniores (MEJ). Engajados pela sua missão, mais de 1200 estudantes foram impactados e 600 projetos foram executados. O Núcleo Campinas já movimentou sozinho 1.7 milhões de reais, que foram reinvestidos na educação empreendedora das universidades da região.

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Fonte: Pensamento Verde

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